no tempo em que tudo passa e tudo é massa de mastigar

…é amigo Renato. Vc que vem sempre aqui e me acalanta. Sabe… vc ser meu leitor, me completa. Te compreendo por isso. 🙂 É tão bom. De nada. Obrigada. Gosto de agradecer. Também não me importo em pedir desculpas. Peço sempre. às vezes até sem motivo. Certa vez, um amigo me pediu para que eu não pedisse mais desculpas. Assim estou vivendo. Nem desculpas peço pros dias e momentos que passam e que são tão bons que dá vontade de segurar nas pontas dos dedos e lambê-los. Queria que fossem pirulitos, mas são sorvetes. Derretem. Você vai lá e faz tudo, se esmera, se desunda. E então passa, e o dia seguinte, e te pede nova dedicação inteira intesa, e aquela delícia que passou virou massa no estômago. Itens num currículos. Fotos num facebook… to crazy for me. for me to do it. i can’t do it. i can do it. i do it. i do the IT every time. The “It” é uma palavra que Clarice Lispector sempre usava. Era uma expressão que na época dela todos usavam. O “IT” deve ser “A Coisa em Si”, o que eu chamo de arte, palavra tão pouca para defir “aA Coisa em Si”, ou é só pretenção minha achar isso…

texto líquido. texto fluido.

obridada amigo Luz, por isso. Salve Salomé.

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