cata-me-vento

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Sobre os leitores e os leitores que os autores inventam…
E El Kady existe? Me pergunto. Este mais novo leitor, que por aqui ventou, foi inventado? Por quem? Foi leitor imaginado?
E me divirto com suas palavras jogadas por aqui, palavras meio vadias, sem ser catadas, despudoradas… serão zoadas? … ah… o que importa? …é poesia! Que inspiração é essa de El Kady? De onde vem essa música: “que nossos corpos aquecidos pelas lembranças do além orgânico, nos däo leite de cajus…”?
Quero beber leite de cajus pro dia nascer feliz no além orgânico!
Quero sapatear a sapucaia.
Quero os quero-eros que a escripariu! Quero os pássaros do além Paraíba.
Quero que palavras soltas voltem, porque palavras plumam, inventam e ventilam.
E lembro-me de meus amigos poetas pula-pulas. Luca Prazeres hoje falou para mim um poema com a palavra abóbora! Êta palavra boa para poesia. Eu aborei! Adoro o pensamento fluido dos poetas. O pensamento gustativo dos poetas. Delicio leitores inventados da minha imaginação e para eles escrevo sempre. Leitores enigmas, ruidosos, el Kadianos… Assim são os escritores – escrevem para quem inventam que os lerão. Eu tenho alguns leitores para quem escrevo, eternos, que são espelhos de mim, para quem escrevo em paixão. Imaginação. Vida real. Pois que a obra sai, ganha vida na boca de quem quer que seja. Desejo que as palavras que saem das pontas de meus dedos ganhem o espaço em “ventos vadios”, que “sacudam entranhas”, e gerem “gosto de leite de cajus por aí…”
São 16 mil visitas que já completei nesta rede. 16 mil vistas, passadas, lidas, sentidas visões. Os leitores procuram na rede poesias sobre AMOR e ROSA (são as palavras mais procuradas pelo meu blog) e acham-me escrevendo sobre elas. Que bom que as pessoas ainda procuram sobre amor e rosas. Há os que procuram sobre pererecas tb – e olha… acham o meu poema mais puro, sobre minha infância… tremenda decepção! Ah, essa coisa de leitor me fascina.  Me ventila idéias!
(ATENDENDO A PEDIDOS, AUMENTEI O TAMANHO DA LETRA PARA SER MELHOR LIDA, SEMPRE LIDA!)

 

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3 comentários sobre “cata-me-vento

  1. Agora sim, obrigado pela ampliação e visita à minha cave.

    Quanto ao teu post, ainda acredito que o melhor do mundo é a nossa capacidade de acreditar, de tranformar o real em ficção e o virtual em carne (ou será leite de cajus?). De sermos ilhas com pretensões a continente e logo voltarmos a ser ilha. Enfim, de sermos inconstantes. Enfim, daqui a pouco pensarei de maneira diferente e renegarei estas palavras…

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