(1936)

…enquanto uma tal de Sra. Carrar passava um belo perrengue na Andaluzia, perdendo marido e filhos para a Guerra Civil Espanhola (“Os Fuzis da Senhora Carrar” – Bertold Brecht), um alguém da Metro-Goldwyn-Mayer filmava nossa cidade. Vejam nossa “City of Splendour”. Vejam o tempo das pessoas andando nas ruas. É fantástico:
Acho que aquela pessoa de chapéu na Cinelândia era eu!
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2 comentários sobre “(1936)

  1. esse frio que engole a alma, esse pecado que desaparece. confudi tudo! ate voce..esse iverno que nao cessa que adormece minhas maos ..tem coisas que remexem..sou eu de novo como uma estacao…as palavras de novo voltam. a poesia vem. por isso que volto a te ler tao bem.. new york fria .mas a calda quente escorre…endurece!!! sobre o sorvete que derrete..

  2. stanbul madrugada frıa..e na ancıa deıxo o quarto vou ao loby..hoje quero escrever em algum lugar. teu blog vem no ımagınarıo…vazıa chuva dıscreta caı.. mınha ınfancıa.tento escrever algo novo…menos desesperado…as maıs fınas lınhas do meu pensamento.. sorrıso preso.uma boca contıda ;aparecem em movımentos .nao seı como usar palavras.. um abraco comovente..outra vez meu desespero.eu paro..

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