pensamentos sobre pensamentos

 Se expor é correr riscos.

 Saber silenciar é sabedoria para poucos. Sometimes, o silêncio pode ser sinônimo de ausência e indiferença.

 Tanto a fala como a ausência dela são capazes de promover no outro inúmeras, infinitas, leituras. Como os livros.

 Difícil é saber o que vale e o que não vale.

 O importante é realmente o processo e não o julgamento. Para a arte, talvez seja.

 O processo é verbo de ligação: é ser, é estar.

 (A gramática julga o verbo de ligação como aquilo que não contém ação. Ser e Estar são em si grandes ações, talvez as mais importantes, dentro de um processo. Poder estar, então… é um privilegio.)

 E ainda:

 “Um relacionamento nunca cria nada.
Ele só pode trazer algo que já é existente.
Assim, nunca jogue a responsabilidade no outro.
O outro é, no máximo, uma ajuda para lhe mostrar as subcorrentes de sua mente.
Cada relacionamento é um espelho; ele revela sua identidade a você.”
Osho

 “A realidade é: somos sozinhos, somos estranhos e será muito melhor se aceitarmos a verdade básica de que somos estranhos. Podemos saber o nome um do outro, podemos ter visto o rosto um do outro muitas vezes – isso não importa. Nossos seres estão tão escondidos e tão lá no fundo, que não há como eu poder tocar o ser de alguém, ou possa ver o ser de alguém – e é aí que reside toda a estranheza. Mas não acho que isso seja uma catástrofe; pelo contrário sinto isso como uma benção. Se não fôssemos estranhos seríamos robôs. Nossa estranheza nos dá individualidade, singularidade.” Osho

E ainda:

uma mensagem China in Box:

“Uma árvore sozinha não faz uma floresta.”

~ por marianadias em Setembro 9, 2009.

Uma resposta to “pensamentos sobre pensamentos”

  1. muito be lembrado!

    obrigado por isso

Deixe uma resposta