pensamentos sobre pensamentos
Se expor é correr riscos.
Saber silenciar é sabedoria para poucos. Sometimes, o silêncio pode ser sinônimo de ausência e indiferença.
Tanto a fala como a ausência dela são capazes de promover no outro inúmeras, infinitas, leituras. Como os livros.
Difícil é saber o que vale e o que não vale.
O importante é realmente o processo e não o julgamento. Para a arte, talvez seja.
O processo é verbo de ligação: é ser, é estar.
(A gramática julga o verbo de ligação como aquilo que não contém ação. Ser e Estar são em si grandes ações, talvez as mais importantes, dentro de um processo. Poder estar, então… é um privilegio.)
E ainda:
“Um relacionamento nunca cria nada.
Ele só pode trazer algo que já é existente.
Assim, nunca jogue a responsabilidade no outro.
O outro é, no máximo, uma ajuda para lhe mostrar as subcorrentes de sua mente.
Cada relacionamento é um espelho; ele revela sua identidade a você.”
Osho
“A realidade é: somos sozinhos, somos estranhos e será muito melhor se aceitarmos a verdade básica de que somos estranhos. Podemos saber o nome um do outro, podemos ter visto o rosto um do outro muitas vezes – isso não importa. Nossos seres estão tão escondidos e tão lá no fundo, que não há como eu poder tocar o ser de alguém, ou possa ver o ser de alguém – e é aí que reside toda a estranheza. Mas não acho que isso seja uma catástrofe; pelo contrário sinto isso como uma benção. Se não fôssemos estranhos seríamos robôs. Nossa estranheza nos dá individualidade, singularidade.” Osho
E ainda:
uma mensagem China in Box:
“Uma árvore sozinha não faz uma floresta.”

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Leia e volte sempre!
muito be lembrado!
obrigado por isso